Contratante: Cláudio Bajona / SP
Cliente: Grupo Soldier
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SEO é o conjunto de ações para posicionar páginas web nos resultados de busca gratuitos (orgânicos). Para isso é importante ter metas e objetivos do site bem definidos e agir para melhor o Page Hank – forma que o Google usa representar a importância que uma página web.
São utilizadas aproximadamente 250 variáveis para definir a posição de um site nas buscas… vale prestar atenção nos detalhes para ser bem visualizado.
A prática de SEO consiste em verificar fatores on page – headers, meta dados, semântica do HTML, organização do código, conteúdo, atualização, entre outros. E off page – palavras chave, pesquisas de concorrentes, monitoramento e controle dos acessos.
Algumas tarefas são bem relevantes no processo como:
Algumas dicas:
Algumas Ferramentas úteis:
Desenvolvimento da plataforma de gerenciamento de conteúdo.
Contratante: Grudaemmim / SP
Cliente: Abril Coleções
Segue abaixo meu relato, não se trata de um tutorial, nem devo explorar muito as questões e termos técnicos, até porque espero que prospects, clientes, leigos ou iniciantes no desenvolvimento possam entender o post. Depois faço apresentação de algumas ferramentas, colocando um pouco de minha opinião, mas tentarei ser um pouco imparcial, para vocês tirarem as próprias conclusões. Aos que já tem esse conhecimento, contribuições e/ou correções são sempre bem vindas.
Há certo tempo, consegui desenvolver, depois de muito tempo e esforço, um CMS (content management system ou sistema de gerenciamento de conteúdo) que pretendia usar como padrão nos sites que eu criasse. Me facilitaria toda a vida, e facilitou bastante durante um certo tempo, o problema que estava a se formar, seriam nas necessidades específicas de cada site, que apesar de ter projetado um sistema fácil de ser manipulado e maleável até certo ponto, era difícil de fazer o controle de versão e muito menos de manter a documentação atualizada… por aí vai.
Pela falta de demanda, deixei de usar o sistema por alguns meses, mas como estava ocupado em outros projetos, não havia tempo para a manutenção e atualização do mesmo. E quando finalmente precisei usá-lo novamente, foi tremendamente trabalhoso, muita coisa a ser reparada, inclusive, o tempo estimado para o projeto quase dobrou… uma das coisas mais graves de se acontecer, nem precisa entrar em detalhes… enfim, para uma empresa manter um sistema desse tipo já é complicado, pois tem que destinar profissionais, praticamente exclusivos para a manutenção, atualização, verificações de segurança e documentação… mais complicado ainda seria no meu caso, que tocava o projeto sozinho.
A alternativa mais viável, encontrada, foi partir para a utilização de sistemas open-source (código aberto), pois assim, poderia contar a ajuda de comunidades de desenvolvimento, onde encontramos várias pessoas trabalhando juntas em diversas partes do mundo, muitas vezes voluntariamente, para melhorar o sistema de forma padronizada e muito bem estruturada.
A primeira solução pensada foi usar um framework de PHP (linguagem de programação que domino), como o Zend ou CakePHP, que resolveria o problema de padronização do código, porém não resolveria meu problema de suporte e disponibilidade de tempo, pois ainda haveria a necessidade de dedicação para as atualizações, ajustes, segurança e documentação (por que não?). Outra opção seria utilizar CMS’s de código aberto, como o Joomla, o WordPress e o Drupal. Além dos gerenciadores de loja virtual como o Magento e Prestashop.
Particularmente, ambos os projetos (frameworks e CMS’s) citados, são de alta qualidade e possuem comunidade de desenvolvimento, mas é preciso ressaltar que cada um, atende uma especificidade de projeto, exceto nos casos de concorrentes diretos, de formas distintas, pois cada um possui um perfil de projeto.
Deixarei para falar sobre os sistemas e e-commerce em futuros posts, ainda estou estudando e comparando vários deles.
Obs.: Essas não são as únicas ferramentas/soluções existentes (É claro!), mas são as que já pesquisei e ou utilizei em algum momento na minha vida.
Saindo de casa em direção a uma concessionária de automóveis, dinheiro na conta (aprovado pela financeira), modelo ideal na cabeça… chegando na hora do test-drive: as surpresas.
A Maçaneta é linda, mas você tem que se contorcer para puxá-la e abrir a porta, ao entrar no carro, viu que é praticamente impossível ajustar a poltrona a sua altura, o câmbio é totalmente inovador, inclusive você certamente vai precisar reaprender as posições das marchas… ao fazer algumas perguntas ao vendedor sobre manutenção, fica sabendo que é praticamente impossível, pois o modelo está meio ultrapassado, já saindo de linha e a montadora nem se preocupou em disponibilizar kits de atualização, aí você percebe que se tiver que trocar a junta homocinética, será necessário trocar o veículo todo…
É, parece um exemplo dramático e fora da realizadade ao tratar de veículos. Mas se aplica com facilidade ao desenvolvimento web.
A popularidade e obrigatoriedade da internet para os negócios e vida pessoal ocorreu de forma intensa e não planejada, há 10 anos talvez ninguém imaginasse que a maioria dos contatos interpessoais seriam através de conexões, plataformas, comunidades virtuais… com isso, a própria estrutura do meio e de profissionais demorou a se desenvolver em níveis satisfatórios.
Para navegação na rede, ficou sendo popular a criação de sites ou homepages, praticamente de forma descriteriosa. Não havia preocupação com ergonomia, usabilidade, velocidade, projeto, manutenção. Não existiam padrões.
Hoje em dia já temos vários conceitos e padrões formados, sim, os web standards. Agora tratando basicamente de uma parte que os usuários não vêem, o código-fonte do site (não tem essa de que o que os olhos não vêem o coração não sente), quantas vezes não desistimos de ver uma página porque ela demorou a ser carregada? Ou porque não conseguimos visualizar o conteúdo por não temos os plugins necessários como o Flash Player e Silverlight? Por persistirmos em utilizar o Internet Explorer 6 (ou 7, 8 e 9
) e nele(s) não funcionam quase todos os recursos atuais? Ou pelo uso de bloqueadores de popups ou não suporte a Javascript?
Enfim, a maioria dos problemas citados acima refletem ao não uso dos web stantards (padrões web). Certamente essa questão é mais voltada aos desenvolvedores, que tem obrigação de pensar nos usuários, inclusive aqueles que usam navegadores ultrapassados, ao tentar garantir, na medida do possível, que o conteúdo do site será exibido, mesmo que não carregue todos os recursos. Mas se você quer ter um site e está pensando em contratar um web designer ou desenvolvedor, é importante ter em mente que o projeto deve seguir os padrões, caso não queira perder os tão almejados acessos, que podem ser investidores, clientes, parceiros, prospects… Vamos padronizar?
Obs.: homenagem ao super amigo e mecânico Cleisson Vidal, que também está se tornando um desenvolvedor web…
O boom das redes sociais, fez com que muitas pessoas/empresas se entusiasmassem para entrar na rede e interagir com amigos/prospects/clientes, porém, nem todos os objetivos são alcançados. O mesmo acontece com o simples lançamento de um site. Mas onde está o erro? Na plataforma? No profissional, ou sobrinho contratado (aquele mesmo que fez curso de Corel e sabe montar site)? Ou seria na falta de uma estratégia de atuação? Isso mesmo, um plano de marketing digital para atuar nas redes sociais? Ou mesmo para manter uma homepage?
A possibilidade de economizar em comunicação com a internet, não é motivo para falta de planejamento, claro que não é qualquer pessoa que está apta a desenvolver uma estratégia de marketing digital, caso a alternativa do erro não seja considerada, profissionais devem ser consultados/contratados, esse é o primeiro passo. Pois não há formula para uma boa estratégia de marketing digital, o que existe é pesquisa, estudo de caso, definição de público, planejamento.
Acredito sim, que o erro de 95% de empresas não bem sucedidas na web, está na estratégia, a facilidade de uso das ferramentas na web, não pode ser confundida com falta de profissionalismo, não é porque qualquer um pode saber atualizar seu Fabebook, Twitter, Linkedin, Orkut… que conseguirá ter sucesso nas redes. A notícia boa, é que não é difícil aprender, mas é preciso dedicação, pesquisa e principalmente, pensar antes de agir.
Primeira postagem de conteúdo, nada melhor do que começar fazendo uma introdução sobre a intenção deste blog.
Aqui a intenção é fazer algo mais espontâneo, não se limitar apenas ao conteúdo profissinal, mas também dar vida ao conteúdo, literalmente. Ou seja, passar informações extras, sobre o que eu (Marcelo) e a equipe da MCant fazem out office, não que seja de suma importância, mas com certeza influencia no nosso trabalho.
Portanto, não se sinta obrigado a acompanhar, ou comentar, se você considerar que é perda de tempo pra você, pois nossa preocupação máxima é com o aproveitamento do nosso tempo e sabemos que o que pode ser importante para nós, talvez não seja pra você. Mas aqui também tentaremos manter um certo padrão de descontração.
Se seu interesse for apenas nas informações e novidades sobre comunicação e internet (foco da MCant), você encontrará tais conteúdos na Home do site.
Bem vindos!
Desenvolvimento front-end e plataforma de gerenciamento de conteúdo.
Contratante: Grudaemmim / SP
Cliente: Abril Coleções
Manutenção, ajustes de layout e melhora de performance da seção do site, entre outras mudanças, atendendo as análises web.
Contratante: Gommo / SP
Cliente: Abril
Site do Jornalista Paulo Henrique Amorin
Realização de manutenção e desenvolvimento Front-End de algumas seções do site, com o propósito de melhorar a performance e atender demandas de funcionalidades, enxergadas através das análises web.
Contratante: Inter.net / SP
Cliente: Paulo Henrique Amorin
Site da campanha de 10 anos da Double M
Desenvolvimento de site e sistema de gerenciamento de conteúdo. Site, que também deveria marcar o redesign e reposicionamento de marca da mesma, abrindo espaço para uma maior participação dos usuários no conteúdo do site.
Contratante: Double Comunicação / PA
Cliente: Double Comunicação
Proposta de Hotsite do empreendimento
O Hotsite integrou a proposta de otimizar as campanhas de lançamentos de empreendimentos pela Construtora Leal Moreira, como mais interatividade. Site desenvolvido em Flash, com Action Script 2.
Contratante: Double Comunicação / PA
Cliente: Leal Moreira / AGRE
Proposta de site para a construtora Leal Moreira
Este trabalho foi apresentado na proposta de modernização do site, o qual visava agregar mais recursos dinâmicos para interação com os usuários e facilitar a navegação do mesmo.
Contratante: Double Comunicação / PA
Cliente: Leal Moreira